Parceria com a autora Maiesse Gramacho

Três livros, Três amores!


Maiesse Gramacho é brasiliense, jornalista e tem 36 anos. Especialista em Comunicação Organizacional, sua atuação profissional tem se dado, principalmente, em assessorias de instituições públicas. Assinou colunas de crônicas no Jornal da Comunidade e Tribuna do Brasil, ambos de Brasília, entre 2004 e 2006. Em 2010 publicou seu primeiro livro, Histórias mínimas, de minicontos. Em 2011, lançou Sobre medos e flores, de crônicas. E, em 2013, Azul inalcançável, misturando minicontos e contos num livro peculiar. É fã incondicional de Dalton Trevisan, Clarice Lispector e Hilda Hilst. Leu (quase) tudo de Charles Bukowski e Pedro Juan Gutiérrez. Ama cinema, sobretudo Ingmar Bergman, Pedro Almodóvar e Woody Allen.







"Histórias mínimas reúne meus escritos de 2009, ainda que haja um ou outro texto mais antigo e mais recente. Se fosse para definir um gênero, eu diria que são minicontos, na linha dos escritos por Dalton Trevisan, especialmente nos livros 111 Ais e 99 corruíras nanicas. Mas a própria teoria literária ainda não classifica os minicontos como um gênero em si.

Então, recorro ao que uma vez Clarice disse a respeito de seus escritos reunidos em A descoberta do mundo: "Isto é apenas. Não entra em gênero. Gêneros não me interessam mais".
"Desculpem a pretensão de fazer das palavras de Clarice as minhas, a ideia é essa: gêneros, rótulos, para quê? São impressões, anotações acerca de situações que vivenciei ou que me contaram, e que por achá-las curiosas, poéticas, singelas, resolvi registrá-las. São histórias mínimas apenas pelo número de palavras. Mas são máximas em seus significados e representações.
Em tempo: Miniconto é uma espécie de conto muito pequeno, produção esta que tem sido associada aominimalismo. Embora a teoria literária ainda não reconheça o miniconto como um gênero literário à parte, fica evidente que as características do miniconto são diferentes das de um "conto pequeno". No miniconto, muito mais importante que mostrar é sugerir, deixando ao leitor a tarefa de "preencher" as elipses narrativas e entender a história por trás da história escrita. No Brasil, o livro Ah,é?, de Dalton Trevisan, publicado em 1994, é considerado o ponto de partida do miniconto no seu formato contemporâneo.

"







Diferentemente de Histórias mínimas, de minicontos, Sobre medos e flores traz crônicas publicadas em jornais de Brasília, "revisitadas", mais algumas recentes e inéditas. Nele, apresento o mundo "filtrado" por minha visão pessoal. É um livro despretensioso, divertido, leve, feminino, no qual escrevo em primeira pessoa, sem envergonhar-me. Afinal, ensina o escritor Affonso Romano de Sant'Anna, o "eu" do cronista é um "eu" de utilidade pública. O lançamento foi realizado em 2 de abril de 2011, no Café com Letras, em Brasília. 



Azul inalcançável foi lançado em 8 de março de 2013, no restaurante Carpe Diem, em Brasília. A obra, a terceira da jornalista Maiesse Gramacho, reúne contos sobre o inusitado da vida, a dificuldade de comunicação entre amantes e a morte. "Neste trabalho, volto meu olhar para aspectos sutis do cotidiano: as contradições nossas de cada dia, as dificuldades que encontramos para nos comunicar, as dúvidas que muitas vezes povoam nossas almas e os medos que nos impedem de tomar atitudes capazes de mudar destinos", diz a autora.


 Contatos:

O livro físico é vendido diretamente com a autora, por meio do endereço de e-mail (mcgfcbk@gmail.com).
Já o digital tem em todas as principais livrarias, como Saraiva, Travessa, Siciliano etc.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha - Confissões de Uma Garota Excluída, Mal-Amada e (Um Pouco) Dramática - Thalita Rebouças

Resenha - Alice no Pais do Amor - Lucilla Guede - Chiado Editora.

Resenha - Quatro Estações - Juliana Marinho